Marlon Brum, jan/fev 2016.
O pior dos piores
Alex Costa. Amigos, guardem bem esse nome. Não o elejam sequer para síndico de vila de quitinetes. Trata-se do atual e pior subprefeito da história da Barra. E olha que já tivemos alguns cidadãos que passaram pelo órgão e que também foram uma lástima. Mas nada nem ninguém superam Alex Costa. Quem ainda não ligou o nome à pessoa, esse rapaz é aquele que levou um tapa na cara, em plena entrevista ao vivo para o RJTV, durante uma operação para coibir estacionamento irregular na área do Porto Maravilha. Depois disso, ele recebeu a incumbência de cuidar de nossa região. E vem desempenhando o papel da pior forma possível.
Elevado pra quê?
Toda vez que passo pelo Elevado do Joá e vejo as obra de sua duplicação, me pergunto: pra quê? São quase R$ 800 milhões de investimento, uma soma absurda, para ampliar o elevado que, em suas extremidades, desemboca nas estreitas Ministro Ivan Lins (do lado da Barra) e Estrada Lagoa-Barra (do lado de São Conrado). Se o fluxo de veículos no trecho sobre o mar ganhará maior capacidade de escoamento, claro, bastará o motorista chegar aos dois bairros citados para que a bifurcação dessas vias atravanque o trânsito. Parece-me meio lógico isso. Para fazer efeito significativo, as pistas que se seguem ao elevado deveriam ser alargadas. O que, até o momento, não foi anunciado. E, como o canteiro de obras exibe bem grande o nome da empreiteira responsável pelos trabalhos (ODEBRECHT), fica um cheirinho, um fedor, de que tudo tenha sido projetado à feição para agradar à famigerada empresa e a o seu mantenedor, neste caso, o prefeito Eduardo Paes, com vistas à próxima eleição. Triste de nós.
Toda vez que passo pelo Elevado do Joá e vejo as obra de sua duplicação, me pergunto: pra quê? São quase R$ 800 milhões de investimento, uma soma absurda, para ampliar o elevado que, em suas extremidades, desemboca nas estreitas Ministro Ivan Lins (do lado da Barra) e Estrada Lagoa-Barra (do lado de São Conrado). Se o fluxo de veículos no trecho sobre o mar ganhará maior capacidade de escoamento, claro, bastará o motorista chegar aos dois bairros citados para que a bifurcação dessas vias atravanque o trânsito. Parece-me meio lógico isso. Para fazer efeito significativo, as pistas que se seguem ao elevado deveriam ser alargadas. O que, até o momento, não foi anunciado. E, como o canteiro de obras exibe bem grande o nome da empreiteira responsável pelos trabalhos (ODEBRECHT), fica um cheirinho, um fedor, de que tudo tenha sido projetado à feição para agradar à famigerada empresa e a o seu mantenedor, neste caso, o prefeito Eduardo Paes, com vistas à próxima eleição. Triste de nós.
Spotlight
Ao assistir ao espetacular filme Spotlight, tracei um paralelo imediato com o momento de crise moral pelo qual o Brasil passa. Para quem ainda não viu a película, ela trata do trabalho incansável de jornalistas de um tabloide americano na busca para provar a existência de padres pédófilos na Igreja Católica de Boston. Contra tudo e contra todos, os repórteres, apoiados pela direção do “Boston Globe”, seguiram adiante, mesmo diante de tantas ameaças de poderosos vindas de toda a parte. São batalhas como essas, travadas em nome da Justiça e de desassistidos, que me enchem de orgulho por ter escolhido a profissão que abracei há 25 anos!
Ao assistir ao espetacular filme Spotlight, tracei um paralelo imediato com o momento de crise moral pelo qual o Brasil passa. Para quem ainda não viu a película, ela trata do trabalho incansável de jornalistas de um tabloide americano na busca para provar a existência de padres pédófilos na Igreja Católica de Boston. Contra tudo e contra todos, os repórteres, apoiados pela direção do “Boston Globe”, seguiram adiante, mesmo diante de tantas ameaças de poderosos vindas de toda a parte. São batalhas como essas, travadas em nome da Justiça e de desassistidos, que me enchem de orgulho por ter escolhido a profissão que abracei há 25 anos!
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